17/12

22:00

Actuação no Skyline Caffé

Skyline Caffé

Ensaios

 

ENSAIOS: Todas as segundas e quartas, às 20h30min, no Pólo Principal da UBI. Junta-te a nós!

Cancioneiro

 

Águas do Dão

Letra: António Vicente

Música: António Vicente

 

Quando Deus criou o mundo

Por bondade ou brincadeira

Fez o céu, depois a terra,

E a seguir a parreira.

 

É a alegria da vida

Que a gente sente melhor

O vinho é coisa santa

Não o bebesse o prior

 

- Refrão -

 

Ai amor,

Onde é que isto vai parar

Foram as águas do dão

Fiquei de pernas p'ró ar

Foram as águas do dão

Fiquei de pernas p'ró ar

 

E quando falta a coragem

P'rá garota conquistar

Há sempre uns copos à espera

Que nos podem ajudar

 

Em tempo de marração

Quando tudo corre mal

Uma noitada nas águas

Levanta logo a moral

 

- Refrão -


Balada do Desajeitado

Letra: Quadrilha

Música: Quadrilha

Arranjos: Desertuna

 

Sei de alguém

Por demais envergonhado

Que por ser tão desajeitado

Nunca foi capaz de falar

Só que hoje

Viu o tempo que perdeu

Sabes esse alguém sou eu

E agora eu vou-te contar

Sabes lá

O que é que eu tenho passado

Estou sempre a fazer-te sinais

E tu não me tens ligado

E aqui estou eu

A ver o tempo a passar

A ver se chega o tempo

De haver tempo para te falar

 

- Refrão -

 

Eu não sei

O que é que te hei-de dar

Nem te sei

Inventar frases bonitas

Mas aprendi uma ontem

Só que já me esqueci

Então olha gosto muito de ti

 

Podes crer

Que à noite o sono é ligeiro

Fico á espera o dia inteiro

Para poder desabafar

Mas como sempre

Chega a hora da verdade

E falta-me o á vontade

Acabo por me calar

Falta-me jeito

Ponho-me a escrever e rasgo

Cada vez a tremer mais

E às vezes até me engasgo

Nada a fazer

é por isso que eu te conto

é tarde para não dizer

Digo como sei e pronto

 

- Refrão -


Boémio trovador

Letra: Desertuna

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo

 

Concorri pra faculdade,

Ressacado pela manhã,

Era tal a ansiedade,

Para entrar na Covilhã.

Ao chegar a esta cidade,

Não sabia o que fazer,

Andei com dificuldade,

Sem ninguém me conhecer.

 

Mas o que é isto?

Estão-me a praxar?

Onde é que eu estou?

Onde vim parar?

Com tantos gritos,

Ao meu redor,

"Ó caloiro!!!".

Nunca mais me vejo livre,

Nunca mais chego a Doutor.

 

Nesta vida de estudante,

Ser caloiro é o melhor,

Ser boémio e tunante,

Ser amante e trovador,

Sonhador,

Aqui na beira interior,

Trovador.

 

Não temas reles caloiro,

A doutor hás-de chegar,

Esta vida é um tesoiro,

Que um dia vais recordar.

Na noite passas o ano,

A praxar e a beber,

Vais chegar a veterano,

Com cadeiras por fazer.

 

Mas o que é isto?

Estás-te a queixar?

Vida melhor,

Não vais achar,

Quando partires,

HÁs-de chorar,

"Ah saudade!!!",

Quando terminares o curso,

HÁs-de querer cá voltar.

 

-Refrão-


Caloirinha dos meus Sonhos

Letra: Desertuna

Música: Quinta do Bill

Arranjos: Desertuna

 

Ainda agora aqui cheguei

E mil caloiras eu já amei.

Foram umas quantas de uma só vez

Nenhuma delas me satisfez!

 

- Refrão -

 

Vi uma caloira que não posso acreditar,

Boa, boa, boa!

Peito 38, cuequinha fio dental,

Boa, boa, boa!

É complicado ter de escolher

Qual a melhor para comer.

Mas mesmo assim não vou parar

Alguma delas eu vou amar.

 

- Refrão -

 

Ao fim de tantas eu acertei

E uma caloira, eu conquistei.

E é com ela que vou ficar,

Provavelmente até casar.

 

- Refrão - 3X


Canção do Beijinho

Letra/Música: Carlos Paião

Arranjos: Desertuna

 

Ai rapariga, rapariga, rapariga

Que só dizes disparates, disparates, disparates

É tanta asneira, tanta asneira, tanta asneira

Que p'ra tirar tanta asneira não chegam cem alicates.

Mas tu não sabes, tu não sabes, tu não sabes

Que isso de dar um beijinho já é um costume antigo

Ai quem te disse, quem te disse, quem te disse

Que lá por dares um beijinho tinhas de casar comigo.

 

Oh chega cá...

Não vou.

Tu és tão linda...

Pois sou.

Dá-me um beijinho...

Não dou.

 

Interesseira, convencida, ignorante,

Foragida, sua burra,

És a miúda mais palerma, cameloide que eu já vi,

Mas por que raio é que tu queres

Os beijinhos só p'ra ti?

 

- Refrão -

 

Ora dá cá um e a seguir dá outro,

Ora dá mais um que só dois é pouco

Ai eu gosto tanto e é tão docinho

E no entretanto dá mais um beijinho (bis)

Ai rapariga, rapariga, rapariga,

Dás-me cabo do miolo, p'ra te levar com cantigas.

Ai mas que coisa, mas que coisa, mas que coisa,

Diz lá por que não és como as outras raparigas.

Quando eu pergunto se elas me dão um beijinho,

Dão-me tantos, tantos, tantos, que parecem não ter fim

E tu agora estás com tanta esquisitice

Que qualquer dia já queres e não sabes mais de mim.

 

Dás ou não dás?

Não e não.

Então dou eu...

Oh! isso não.

Dá-me um beijinho...

Não dou não.

 

Não dás porquê, sua esganada, egoísta,

Malcriada, sua parva,

Só se pensas que eu acaso tenho

a barba mal cortada

E vê lá se tens receio que a boca fique arranhada

 

- Refrão -

 

Então dá lá...

Já disse.

Eu faço força...

Que parvoíce.

Dá-me um beijinho...

Oh que chatice.

 

Analfabruta, pestilenta, hipocondríaca,

Avarenta, bexigosa,

Vou comprar um dicionário

Que só tenha nomes feios

Para eu te chamar todos

Até teres o ouvido cheio.

 

- Refrão -


Cantina da U.B.I.

Letra: Luís "Coimbra" Fonseca

Música: Quim Barreiros

 

Lá na terra onde eu estudo

Vou comer a uma cantina

Onde cada refeição

É pura adrenalina,

Com cabelo ou sem cabelo

Não há nada a fazer

Na cantina da U.B.I.

é uma aventura comer!

 

Toda a gente protesta

P’rá cantina endireitar

Mas tudo o que nos resta

É ir lá almoçar,

Passar fome todo o dia

E a barriga a doer

Na cantina da U.B.I.

É impossível comer!

 

Ponho o prato, tiro o prato

Na cantina da U.B.I.

A comida é uma desgraça

É das piores que já comi

Os preços a subir,

E a comida sempre igual

Seja carne ou seja peixe

A comida sabe mal!

 

Ponho o prato, tiro o prato

Quantas vezes eu quiser

Cinco dias da semana

Sempre com o mesmo talher

Que ementa variada

Mas que belo manjar

Se ao almoço passas fome

Imagina ao jantar!


Cavalinho

Letra: Popular

Música: Popular

Arranjos: Desertuna

 

Era uma vez um cavalo

que vivia num lindo carrocel.

Tinha as orelhas espetadas

e a cabeça era feita de papel.

 

A correr,

a saltar,

o cavalinho não saía do lugar.

 

A correr,

a saltar,

o cavalinho não saía do lugar.

 

(Bis)


Celtibera

Música: Júlio Pereira

Arranjos: Luis "Ovelhinha" Tavares


Covilhã

Letra: Rodrigo "Saxoman" Raposo

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo

Arranjos: Desertuna

 

Nesta cidade em plena serra,

Perto do céu longe do mar,

Onde a tristeza a noite encerra,

Vim para cá, para estudar.

 

Frio nas mãos, calor no peito.

Berço da vida, o meu leito.

Cobrindo a serra surge a lua,

Sai a tuna para a rua,

Para a noite encantar.

 

-Refrão-

 

Na Covilhã,

Capas negras neve branca serenatas ao luar,

Na Covilhã,

Entre ruas e vielas meu amor vou encontrar.

 

Nosso farnel e nossa gente,

No pensamento irão ficar,

Quem está triste fica contente,

E um dia há-de voltar.

 

Licor e queijo são desejo,

Dos que nos vêm visitar.

Cobrindo a serra surge a lua,

Sai a tuna para a rua,

Para a noite encantar.

 

-Refrão-.

 

Capa caída,

Na despedida,

De quem vive no meu peito.

 

Rosto molhado,

Triste o meu fado,

Ver partir um tuno amado.

 

Nosso farnel e nossa gente,

No pensamento irão ficar,

Quem está triste fica contente,

E um dia há-de voltar,

 

Licor e queijo são desejo,

Dos que nos vêm visitar.

Cobrindo a serra surge a lua,

Sai a tuna para a rua,

Para a noite encantar.

 

-Refrão-

 

(Variação do refrão no final)


Covilhã Cidade Neve

Música e Letra: Nóbrega e Sousa / Joaquim P. Gonçalves

Arranjos: Desertuna

 

Covilhã cidade neve

Fiandeira alegre e contente

És o gesto que descreve

O passado heróico e valente

 

És das beiras a rainha

O teu nome é nome de povo

És um beiral de andorinha

Covilhã tu és sangue novo

 

-Refrão-

De manhã quando te levantas

Que briosa vais para o tear

E os hermínios tu encantas

Vestem lã para te namorar

 

E o pastor nos montes vagueia

Dorme à noite em lençol de neve

Ao serão teces longa teia

Ao tem bem que de longe te escreve

 

-Refrão-

 

Covilhã cidade flor

Corpo agreste de cantaria

Em ti mora o meu amor

E em ti nasce o novo dia

 

Covilhã és linda terra

És qual roca bailando ao vento

Em ti aura quando neva

Covilhã tu és novo tempo

 

-Refrão-

 

-Instrumental -


Fuga

Música: Yngwie Malmsteen

Arranjos: Rodrigo "Saxoman" Raposo


Hino à Desertuna

Letra: Daniel "Xeque Careca" Petrucci

Música: Daniel "Xeque Careca" Petrucci

Arranjos: Desertuna

 

É com muita alegria

Que vivemos a sorrir

Vem cantar com a Desertuna

Começa a curtir

 

Atravessámos o deserto

Para vir tocar aqui

Vejam bem a Desertuna

A cantar assim

 

Vejam bem a Desertuna

A cantar assim (2x)


Hino ao Vinho

Letra: Popular

Música: Popular

Arranjos: Desertuna

 

Eu quero um jarro de vinho,

Venha vinho sem receio!

Eu quero um jarro de vinho,

Venha vinho cá p'ro meio!

Não importa branco ou tinto,

Importa é que venha cheio.

 

- Refrão -

 

E vai acima e vai abaixo,

Bêbados que nem um cacho!

E vai abaixo e vai acima,

Deus abençoe a vindima!

 

Transformar a água em vinho,

Isso é que era um milagre!

Dêem-me um vinho qualquer,

Só não me dêem vinagre.

 

- Refrão -

 

Quando bebo sinto-me forte,

Forte como uma parede!

Dou vivas à pena de morte

Quando é para matar a sede.

 

- Refrão -

 

Conheço quem pouco beba

Pois tem medo da ressaca!

Isso a mim não me apoquenta,

Quem tem capa sempre escapa.

 

- Refrão -


Latada

Letra: Rodrigo "Saxoman" Raposo

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo

 

- Refrão -

Toda a malta!

De copo na mão,

E viva a nossa semana da Recepção!

Hoje é o dia, vou ganhar...

A Latada (oh, oh)

 

Vai um bagaço, e uma mini

Vinho tinto, e a receita

E a Latada está pronta para começar.

Trocas o passo a caminho

Do Pelourinho

E o desfile ainda nem começou

 

Caloiro sentido,

Grita com emoção!

A faixa do curso está na tua mão

Ohhhh! Ohhhh!

 

- Refrão -

 

Mais um bagaço, e uma mini

Vinho tinto, e a receita!

E a Latada está pronta e já começou.

Gritas pelo nome do curso

E o Pedra do Urso!

Põe-te ao chão a ti e ao garrafão

 

Caloiro levanta-te

E olha p'ra mim

Em pé ou de quatro vais chegar ao fim

Ohhhh! Ohhhh!

 

- Refrão -

 

Relembro com saudade,

Os momentos que praxei e fui praxado...

Nas ruas desta cidade,

E hoje neste pavilhão, vais cantar com emoção,

A ouvir a Desertuna (x3)!

 

Fim da latada...Estás a sangrar!

Nem tomas banho! Esquece o jantar!

Dás por ti a entrar pela porta da Anil

Vês toda a malta da Beira

C'a borracheira!

Uns estão bem mal, outros estão no Hospital

 

Caloiro, esta é a semana do mês

Que é nua e crua e só dura uma vez...

Ohhhh! Ohhhh!

 

- Refrão -

 

A latada, Ohhh!

A latada...


Madalena

Letra: Ary Macedo

Música: Ayrton Amorim

Arranjos: Desertuna

 

Chorar, como eu chorava

Ninguém pode chorar

Amar, como eu amava

Ninguém deve amar.

 

Chorava que dava pena,

Por amor a Madalena

Mas ela, me abandonou

E assim murchou em meu jardim

Essa linda flor.

 

E Madalena foi

Como um anjo salvador

Que eu adorava com fé.

Um barco sem timão

Perdido em alto mar,

Sou Madalena

Sem ti amor.


Medley Popular

Letra e Música: Popular

Arranjos: Desertuna

 

Oh Laurindinha!

Vem à janela

Ver o teu amor, ai, ai, ai

Que ele vai pra guerra!

 

Se ele vai pra guerra

Deixai-o ir

Ele é rapaz novo, ai, ai, ai

Ele torna a vir!

 

Ele torna a vir

Se Deus quiser

Ainda vem a tempo, ai, ai, ai

De arranjar mulher!

 

Ao passar a ribeirinha, pus o pé

Molhei a meia, pus o pé

Molhei a meia, pus o pé

Molhei a meia...

 

Não casei na minha terra, fui casar

Em terra alheia, fui casar

Em terra alheia, fui casar

Em terra alheia...

 

Minha mãe casai-me cedo, que me dói

A passarinha, que me dói

A passarinha, que me dói

A passarinha...

 

Minha filha coça a tua, qu'eu também

Cocei a minha, qu'eu também

Cocei a minha, qu'eu também

Cocei a minha!

 

Ó Malhão, Malhão!

Que vida é a tua?

Comer e beber, ó tirim-tim-tim

Passear na rua!

 

Ó Malhão, Malhão!

Quem te deu as botas?

Foi o caixeirinho, foi o caixeirinho

Com as pernas tortas!

 

Ó Malhão, Malhão!

Ó malhão do Norte!

Quando o mar está bravo, quando o mar está bravo

Faz a onda forte!

 

Ó Malhão, Malhão!

Ó malhão do Sul!

Quando o mar está manso, quando o mar está manso

Faz a onda azul!

 

Ó Malhão, Malhão!

Ó malhão do Oriente!

Vem lá um Tsunami, vem lá um Tsunami

Leva tudo à frente!


Menina estás à Janela

Letra: Popular

Música: Popular

Arranjos: Desertuna

 

Menina estas à janela

Com o teu cabelo à lua

Não me vou

Daqui embora

Sem levar uma prenda tua

Sem levar,

Uma prenda tua sem levar

Uma prenda dela

Com o teu cabelo à lua

Menina estas à janela.

 

Os olhos requerem olhos

E os corações, corações

E os meus

Querem os teus

Em todas as ocasiões Menina

 

Estas à janela

Com o teu, cabelo à lua

Não me vou

Daqui embora

Sem levar uma prenda tua

Sem levar.

Uma prenda tua sem levar

Uma prenda dela

Com o teu cabelo à lua

Menina estas à janela

Cabelo à lua

Menina estas à janela


NowMix2010

Letra e música: Vários

Arranjos: Desertuna

 

Hey, hey, hey

 

Your lipstick stains

On the front lobe of my

Left-side brains!

I knew I wouldn't forget you...

And so I went and let you

Blow my mind!

 

I won't hesitate no more, no more

It cannot wait, I'm yours

 

Forever young...

I want to be forever young!

 

If I could,

Then I would...

I'll go wherever

You will (go...)

 

Can you feel the love tonight?

 

She will be loved

And she will...

Be loved

 

I can't live,

Without or without you!

 

Só uma não dói

Só...uma não dói!

Só uma não dói

Só...uma não...

 

Take on me (Take on me)

Take me on (Take on me)

I'll be gone...

In a day or two!

 

(x2)

Can't read my

Can't read my

No he can't read my

Poker face (She's got to love nobody)

 

Lost and insecure

You found me, you found me

 

It's too late to apologize

It's too late...

Oh yeah!

 

(x4)

Tsamina mina eh eh

Waka Waka eh eh

Tsamina mina zangalewa

(Anawa aa)

This time for Africa


NowMix2011 (ReMix)

Letra e música: Vários

Arranjos: Desertuna

 

Hey, hey, hey

 

Your lipstick stains

On the front lobe of my

Left-side brains!

I knew I wouldn't forget you...

And so I went and let you

Blow my mind!

 

I won't hesitate no more, no more

It cannot wait, I'm yours

 

Forever young...

I want to be forever young!

 

If I could,

Then I would...

I'll go wherever

You will (go...)

 

Can you feel the love tonight?

 

She will be loved

And she will...

Be loved

 

I can't live,

Without or without you!

 

Só uma não dói

Só...uma não dói!

Só uma não dói

Só...uma não...

 

(x2)

Nossa, nossa

Assim você me mata!

Ai, se eu te pego

Ai, ai, se eu te pego!

Delícia, delícia

Assim você me mata!

Ai, se eu te pego

Ai, ai, se eu te pego!

 

Take on me (Take on me)

Take me on (Take on me)

I'll be gone...

In a day or two!

 

(x2)

Can't read my

Can't read my

No he can't read my

Poker face (She's got to love nobody)

 

Lost and insecure

You found me, you found me

 

It's too late to apologize

It's too late...

Oh yeah!

 

(x2)

Oi, oi, oi

Oi oi, oi, oi

É p'ra quebrar Kuduro

Vamos dançar kuduro

Oi, oi, oi

Oi oi, oi, oi

Seja morena ou loira

Vem balançar... (Kuduro)


Odisseia – Cap.I: Praia Lusitana

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo


Odisseia – Cap.II: A Nau e o Sonho

Letra: Rodrigo "Saxoman" Raposo

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo

 

As naus desfraldaram as velas

De um povo nobre e devaneador

Que em terra deixaram as donzelas

Em prol do rei conquistador.

 

O vento frio e manso que tarda

Assiste a virgem proa a cruzar

O azul que ornamenta a vanguarda

As naus desvanecem no mar…

 

Quem nos somos?

Eles são os heróis do mar

Quem nos somos?

Que a terra irão conquistar

Quem nos somos?

Eles são os heróis do mar...

 

Nas naus a ansiedade e a tristeza

E o medo de nunca mais voltar

Dão espaço a esperança e certeza

De um acto digno de heroificar.

 

Emergem ninfas mui belas

Cantando vão embalar

Quem mira o céu e as estrelas

Que brilham p'ra nos guiar

 

Quem nos somos?

Eles são os heróis do mar

Quem nos somos?

Que a terra irão conquistar

Quem nos somos?

Eles são os heróis do mar...


Odisseia – Cap.III: Adamastor

Letra: Rodrigo "Saxoman" Raposo

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo

 

Dies irœ! Dies illa!

Solvet sœclum in favilla

Dies irœ! Dies illa!

Teste David cum Sibylla

 

No fim do mar, os céus tornaram negros

E o fogo de Santelmo apavorou

Fez aviltar, os mais que Deuses gregos

Nas olas uma voz os circundou

 

Estendeu a mão, nas correntes sangrentas

Girou a volta da nau que estancou

O guardião, do cabo das tormentas

Bramiu sua ira a quem o provocou

 

Adamastor

Adamastor

Qauntus tremor es futurus

Quando judex est venturus

 

Vós descendeis de quem um dia fez nossa história.

De Portugal vos sois reis, têem no sangue a pátria e a glória.


Odisseia – Cap.IV: Chegada à Índia

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo


Olhos Castanhos

Letra: Alves Coelho

Música: Alves Coelho

Arranjos: Desertuna

 

Teus olhos castanhos

de encantos tamanhos

são pecados meus,

são estrelas fulgentes,

brilhantes, luzentes,

caídas dos céus,

Teus olhos risonhos

são mundos, são sonhos,

são a minha cruz,

teus olhos castanhos

de encantos tamanhos

são raios de luz.

 

Olhos azuis são ciúme

e nada valem para mim,

Olhos negros são queixume

de uma tristeza sem fim,

olhos verdes são traição

são crueis como punhais,

olhos bons com coração

os teus, castanhos leais.


Rapariga (E assim mesmo é que é)

Letra: Estudantina UniversitÁria de Coimbra

Música: Estudantina UniversitÁria de Coimbra

Arranjos: Desertuna

 

Lá na aldeia de onde eu sou

Não perdoo às raparigas

Se uma, um olho me piscou

Mete-me logo em intrigas.

Dou-lhe dois ou três beijinhos,

E vai de bater o pé,

Eu não quero mexericos

E assim mesmo é que é.

Eu não quero mexericos

E assim mesmo é que é!

 

- Refrão -

Ai rapariga, se fores à fonte

Vai p'lo carreiro

Que chegas lÁ mais depressa,

Ai tem cuidado com os rapazes

Na desportiva vê lá se algum tropeça!

 

No outro dia a Ritinha

Que é baixinha e é trigueira,

Foi ao baile com o Petrucci

Andaram na brincadeira,

E agora já namoram

É tão bom de ver ai é

Qualquer dia hão-de casar

E assim mesmo é que é,

Qualquer dia hão-de casar

E assim mesmo é que é!

 

- Refrão -

 

Esta vida são dois dias

Diz o povo e tem razão

E se isto assim continua

Vou gozá-la até mais não,

E se encontrares a minha amada

É tão bom de ver ai é

Vou levá-la ao altar

E assim mesmo é que é,

Vou levá-la ao altar

E assim mesmo é que é!

 

- Refrão -

 

Ai rapariga, rapariga

Ai rapariga, rapariga

Ai rapariga, rapariga

Ai tem cuidado!

 

Ai rapariga, rapariga

Ai rapariga, rapariga

Ai rapariga

E assim mesmo é que é!


Recordações

Letra: Luís "Coimbra" Fonseca

Música: Luís "Coimbra" Fonseca

Arranjos: Desertuna

 

Olho p’ro céu e recordo

O meu tempo de estudante,

Foram anos de loucura

Que vou recordar com ternura.

E ao festejar esta semana

Sinto a tristeza na alma,

Levo saudade,

Desta cidade

Que me acolheu com bondade.

 

- Refrão -

E quando um dia me lembrar

Da minha universidade,

Dos anos de estudante

Que guardo com saudade.

Foram momentos de prazer

Que jamais poderei esquecer,

Levo comigo esta canção

Que a Desertuna me deixou no coração.

 

E as lágrimas que hoje choro,

Tanto me fazem sofrer,

O tempo passou tão depressa

Nesta vida de prazer,

E agora tudo acabou

E só me resta recordar...

 

- Refrão -


Ronda a Tuna

Letra: Daniel "Xeque Careca" Petrucci

Música: Daniel "Xeque Careca" Petrucci e Tiago "Yuppie" Oliveira

Arranjos: Tiago "Yuppie" Oliveira

 

Que tempos loucos, os de estudante

Trinando acordes te vão dedicar

As melodias, que vão ficar

Na tua memória para relembrar.

 

Com guitarradas e seu ousar,

De capas negras te vão embalar,

Vem à janela ver o luar

Ouvir a tuna que te vem cantar.

 

Ai passa a Tuna na tua rua,

Tocando para o teu varandim,

Vem à janela moça tão bela

Ouvir a tuna a cantar p'ra ti.

 

Correndo as ruas desta cidade

Esta Tuna rompe corações,

Pois cada Tuno com alegria

Preenche as noites com belas canções.

 

Ai passa a Tuna

Na tua rua

Vem à janela

Moça tão bela

Ouvir a Tuna

A cantar p’a ti

 

(Bis)

 

Cantar p'ra ti!


Serenata

Letra: Luís "Coimbra" Fonseca

Música: Luís "Coimbra" Fonseca

Arranjos: Desertuna

 

Os teus olhos ao luar,

São estrelas brilhantes,

Que me iluminam ao cantar,

Esta bela serenata.

 

Sente o meu amor

Nesta melodia,

Pois se não te conquistar,

Não irei parar,

Cantarei até ser dia.

 

Bela donzela

Vem ouvir a Desertuna,

Que canta com amor

Para ti esta canção.

 

Abre a janela

Cada nota é um beijo,

Que te dou apaixonado

P’ra matar o meu desejo.

 

Acorda, ouve esta canção,

Que canto com amor

P’ro teu coração

 

Vem, mostra-me os teus olhos,

Não resistas mais,

Deixa-me amar-te


Sinfonia de um Beijo

Letra: Rodrigo "Saxoman" Raposo

Música: Rodrigo "Saxoman" Raposo

Arranjos: Rodrigo "Saxoman" Raposo

 

Capitulo I

- Um olhar e o beijo -

 

Um olhar que atingiu

Um coração que se abriu

Diz-me se foi... inocente

 

Esse gesto foi só teu

E cá dentro acendeu

A chama mais... mais ardente

 

Era...

Para ti

Uma data feliz

Para mim

O amor não se diz

Bastou um olhar

Para o despertar

 

Novo olhar se seguiu

E um sorriso descobriu

Era um sim... Sim eu quero

 

Como o calor de Inverno

Cada gesto foi tão terno

Tens os lábios que eu venero

 

Escuta

Eu vivi

Nesse beijo sem fim

Eu senti

A mulher que em mim

Fez conhecer

A razão de viver

 

Caminhei com a deusa que me deu

Algo que ainda não morreu

E viverá para sempre

 

Capitulo II

- Um adeus e o desejo -

 

Um adeus deixou ficar

Vazio o meu olhar

Ficou o perfume teu

Que algo prometeu

 

Foi um odor que ficou

E pra sempre na mente ecoou

Vem reviver o desejo

Na sinfonia de um beijo

A sinfonia de um beijo


Toninho

Letra: Desertuna

Música: Arranjo à obra Quatro Estações - Inverno (Vivaldi) - Rodrigo "Saxoman" Raposo

Arranjos: Rodrigo "Saxoman" Raposo

 

O Toninho vem do Minho,

Vem de pé no autocarro,

Não é por vir apertado,

é por causa do calçado;

 

Tem de pé 47,

Com ele ninguém se mete;

Com o seu metro e noventa

O Toninho toda a gente atormenta.

 

- Refrão -

Oh, a escala de Dó maior,

Para ele só tem um tom,

E não consegue afinar!

Toninho oh,

Não hÁ ninguém que o veja,

Sem tabaco e sem cerveja.

 

Desta nossa faculdade,

Ele só conhece o bar,

Não tem aulas não tem nada,

Passa o tempo a ensaiar,

Entre tascos e a UBI ,

Todo o tempo a praguejar;

 

Com o ferrinho no saquinho,

P’ró ensaio ele põe-se a caminho

 

- Refrão -

 

Todas as manhãs acorda,

Com vontade de beber,

Troca o leite pelo vinho,

E a cerveja pelo comer;

Ele não falha uma noite,

Passa o tempo a treinar;

 

Com o seu metro e noventa,

O Toninho sem cevada não aguenta.

 

- Refrão - (3x)


Tributo aos Xutos & Pontapés

Letra/Música: Xutos & Pontapés

Arranjos: Desertuna

 

- Maria -

 

De Bragança a Lisboa

São 9 Horas de distância

Queria ter um avião

Para lá ir mais a miúda

Dei cabo da tolerância

Rebentei com três Radares

Só para te ter mais perto

Só para tu te dares.

 

E saio agora

E vou correndo

E vou-me embora

E vou correndo

Já não demora

E vou correndo pra ti

Maria

Tudo para ti Maria

Maria

Tudo para ti Maria

 

- à Minha Maneira -

 

Em qualquer dia

A qualquer hora

Vou estoirar

P'ra sempre

Mas entretanto

Enquanto tu duras

Tu pões-me

Tão quente

 

Já sei que vou arder na tua fogueira

Mas será sempre sempre à minha maneira

E as forças que me empurram

E os murros que me esmurram

Só me farão lutar

À minha maneira

À minha maneira

 

- Para Sempre -

 

O nosso amor de sempre

Brilhará, p'ra sempre

Ai, meu amor

O que eu jÁ chorei por ti

Mas sempre

P'ra sempre

Vou gostar de ti

 

- Não sou o único -

 

Pensas que eu sou um caso isolado

Não sou o único a olhar o céu

A ver os sonhos partirem

à espera que algo aconteça

A despejar a minha raiva

A viver as emoções

A desejar o que não tive

Agarrado ás tentações

 

E quando as nuvens partirem

O céu azul brilhará

E quando as trevas abrirem

Vais ver, o sol brilhará

Vais ver, o sol brilhará

 

Não, não sou o único

Não, sou o único a olhar o céu

Não, não sou o único

Não, sou o único a olhar o céu

 

- Contentores -

 

A carga pronta metida nos contentores

Adeus aos meus amores que me vou

P'ra outro mundo

Num voo nocturno num cargueiro espacial

Não voa nada mal isto onde vou

P'lo espaço fundo

 

Mudaram todas as cores

Rugem baixinho os motores

E numa força invencível

Deixo a cidade natal

Não voa nada mal

Não voa nada mal

 

A minha Casinha

 

As saudades que eu já tinha

Da minha alegre casinha

Tão modesta quanto eu.

 

Meu deus como é bom morar

Modesto primeiro andar

A contar vindo do céu.

 

La ra la la la la la la

La ra la la la la la la


Zorro Novo

Letra: João Monge/João Gil

Música: António Zambujo

Arranjos: Desertuna

 

Eu quero marcar um Z dentro do teu decote

Ser o teu Zorro de espada e capote

P'ra te salvar à beirinha do fim

Depois, num volte face vestir os calções

Acreditar de novo nos papões

E adormecer contigo ao pé de mim

 

Eu quero ser para ti o camisola dez

Ter o Benfica todo nos meus pés

Marcar um ponto na tua atenção

Se assim faltar a festa na tua bancada

Eu faço a minha ultima jogada

E marco um golo com a minha mão

 

Eu quero passar contigo de braço dado

E a rua toda de olho arregalado

A perguntar como é que conseguiu

Eu puxo da humildade da minha pessoa

Digo da forma que menos magoa

«Foi fácil. Ela é que pediu!»